Se papai estivesse vivo, neste ano de 2012 ele estaria completando 100 anos de vida. Filho de um coronel, teve uma formação muito rígida e moralizante que o marcou profundamente. Aprendeu que tudo o que era relacionado a sexo era proibido de se comentar e na maioria das vezes errado de se fazer. Durante a Segunda Guerra Mundial, participou de batalhas na Europa, onde foi ferido, tendo de retornar ao Brasil para se recuperar. Conheceu minha mãe, que trabalhava como enfermeira e cujo marido também estava na guerra, deixando-a com 2 filhos pequenos. A solidão que ambos sentiam, a proximidade da morte que ele vivera e ela convivia diariamente em seu trabalho os aproximou e eu sou fruto desse contexto. Com o fim da Guerra, o marido de mamãe retornou ao Brasil e me encontrou já com 1 ano de idade. Nunca soube o que ele sentira quando me viu, mas cuidou de mim com verdadeiro amor de pai. Meus irmãos, inclusive, sempre comentaram que eu parecia ser o filho predileto dele.
Eu tinha 8 anos de idade, o marido de mamãe acabara de falecer, quando soube que não era filho dele e sim de um homem que morava em Copacabana, no Rio de Janeiro. Já a essa época, Copacabana era um centro de vida intensa, seja diurna, na praia, ou noturna, nos diversos bares e casas noturnas. Assim, em 1952 eu fui para o Rio conhecer meu verdadeiro pai, que por cartas trocadas com minha mãe, sabia tudo sobre mim. Fui para o Rio muito apreensivo, para conhecer um homem de quem nunca antes da morte do que eu acreditava ser meu pai eu ouvira falar e também para conhecer a mais famosa praia do mundo.
Aos 40 anos, papai ainda trabalhava e teve de tirar férias para poder ficar comigo. Era um homem bonito, corpo bem feito e bronzeado, resultado de caminhadas e corridas matutinas diárias. Lembro-me de haver ficado muito impressionado com sua aparência, bem diferente da de “meu pai”, que era mais baixo, calvo e com uma protuberante barriga.
Embora eu fosse pequeno, papai foi sempre aberto comigo, conversava sobre todos os assuntos e levava-me a todos os lugares a que costumava freqüentar, apresentando-me com orgulho a todos seus amigos e amigas. Eu me tornara o centro das atenções e de carinho de tantas pessoas, que viviam de um modo totalmente diferente do que eu estava acostumado a viver em um bairro tranqüilo da zona Norte de São Paulo. Papai sempre falou muito comigo sobre a Guerra, sua experiência e o impacto que teve no mundo. Ele acreditava que os valores humanos começaram a mudar com essa Guerra e com o uso da Bomba Atômica. A sensação de que o mundo podia acabar a qualquer momento, de que as pessoas poderiam morrer a qualquer instante, mexeu com o modo como as pessoas viviam. As pessoas começaram a viver sua vida mais intensamente, alguns tabus foram sendo destruídos aos poucos, uma nova forma de liberdade foi-se construindo. Anos mais tardes, papai me disse acreditar que a revolução sexual dos anos 60 era resultado da Segunda Guerra e da Era Atômica.
Na minha casa em São Paulo eu nunca vira meus pais nus e nem eles a mim, desde que eu tinha uns 4 ou 5 anos. Chegando ao Rio de Janeiro, já na primeira noite vi meu pai completamente nu, saindo do banheiro ainda se enxugando. Levei um susto enorme, que ele percebeu, pois lembro que ele me perguntou sorrindo: O que foi? Nunca viu um homem nu antes?” Eu lhe respondi que não e ele me disse que eu teria de me acostumar, pois ele gostava muito de ficar à vontade em casa. Algumas vezes em que algum amigo ou alguma amiga dormia em seu apartamento, circulava livremente do banheiro para o quarto e até na sala completamente nu. Aquele ambiente de liberdade foi-me deixando cada vez mais à vontade e no final das minhas primeiras férias com papai, eu já arriscava andar nu pela casa.
Naquela época, as férias escolares eram bem mais longas que hoje em dia. Hoje em dia, meus netos entram em férias dias antes do Natal e retornam às aulas geralmente na última semana de janeiro; em julho, há um recesso de 2 semanas. No meu tempo, as férias começavam em dezembro e as aulas só retornavam em março; julho inteiro era de férias. Quando conheci papai, fiquei o mês inteiro de julho em férias com ele. Quando retornei, em janeiro de 1953, fiquei com papai até o final de fevereiro. Embora ele trabalhasse todos os dias, deixava sempre alguém tomando conta de mim e no fim da tarde me levava todos os dias à praia e a passear à noite, assim como ficávamos na praia todo o dia de sábado e de domingo. Tornamo-nos grandes amigos e eu tinha grande alegria em estar em sua companhia.
Uma determinada manhã, fui ao quarto de papai e ele estava, como sempre, dormindo nu. Eu também estava nu, como costumava dormir, imitando-o. Ele estava de lado, de costas para mim, uma perna esticada e a outra dobrada, apoiada em um travesseiro, deixando sua bunda bem à mostra. Era uma bunda muito bonita, marcadamente branca e lisa, contrastando com o bronzeado de seu corpo. Não sei o porquê, mas fiquei admirando a bunda de papai enquanto ele dormia. Entre as nádegas eu conseguia ver um pouco seu ânus. Eu nunca havia visto um ânus antes e aquela visão me fascinou. Fiquei olhando, aproximando meu rosto para ver melhor e às vezes um leve movimento de papai se ajeitando na cama fazia com que seu ânus se contraísse e relaxasse. Após muito tempo admirando o ânus de papai, tomei coragem e toquei-o. Na mesma hora papai acordou e voltou-se para mim. Eu fiquei sem saber o que fazer e saí correndo de volta ao meu quarto. Deitei-me e cobri-me até a cabeça, coração acelerado, envergonhado e amedrontado. Papai entrou em seguida e chamou-me algumas vezes. Mas eu não tinha coragem de descobrir minha cabeça. Então senti papai sentar ao meu lado na cama e delicadamente foi me descobrindo o rosto, sempre chamando-me pelo nome ou por filho. Quando eu o vi, ele não parecia bravo, ao contrário, estava sério e com expressão um pouco preocupada. Tocou-me a cabeça com carinho e perguntou-me: “Filho, você está bem?” Eu estava tão constrangido que comecei a chorar e escondi meu rosto no travesseiro. Papai puxou-me para si, dizendo-me que não havia razão para eu chorar, abraçando-me. Eu, envergonhado, escondi meu rosto em seu peito, soluçando muito. Papai tomou-me ao colo, levando-me de volta à sua cama. Deitou-me, em seguida deitou-se e puxou-me para si. Aconcheguei-me em seu corpo e continuei a chorar, com ele acariciando minha cabeça e suavemente dizendo-me “shiiii... calma, filho, não precisa ficar assim”. Aos poucos fui parando de chorar e quando cessei, papai levantou-me a cabeça e encarou-me sorrindo, perguntando-me: “Tudo bem agora?” Fiz que sim com a cabeça e ele beijou-me a testa. “O que foi que aconteceu para você ficar assim?”, perguntou-me. Eu nada respondi. “Eu pensei que nós fôssemos amigos, que um confiasse no outro...” Continuei calado, procurando desviar meu olhar do dele. “Eu não sou seu amigo, filho?” Fiz um leve aceno positivo com a cabeça. “E você, não é meu amigo?” Repeti o mesmo gesto. “Então, se somos amigos, devemos confiar um no outro. E aí, filho? Tudo isso foi porque você tocou no cu do papai?” Por instinto, escondi minha face em seu peito. “Ei, filho, não há razão para você ficar envergonhado. Desde que nos conhecemos, eu tenho te dado toda a liberdade, não é? O que foi aquilo? Você ficou curioso?” Fiz que sim com a cabeça. “Nunca tinha visto um cu antes?” Fiz que não. Papai começou a rir e forçou-me olhar para ele. Vendo seu sorriso carinhoso, comecei a sorrir timidamente. “Pronto, assim que eu gosto de ver meu filho... sorrindo, feliz...” Começou a fazer-me cócegas, levando-me a rir muito e a rolar na cama, enquanto ele, ajoelhando-se tentava encontrar espaço em minha barriga para mais cócegas, pois eu a protegia com as mãos, os braços e as pernas. Depois deitamos ambos de costas na cama, ainda rindo dessa brincadeira infantil.
Algum tempo depois, papai levantou-se e disse que devíamos tomar banho. Arrancou-me da cama e colocou-me em seu ombro, como se eu fosse um saco de batatas. Foi batendo levemente em minha bunda até chegarmos ao banheiro. Abriu a cortina da banheira, a água e colocou-me debaixo do chuveiro, entrando em seguida. Era a primeira vez que tomávamos banho juntos. Ele tomou o sabonete em uma das mãos e deu-me banho, como se eu fosse uma criancinha. Quando passou o sabonete em minha bunda, deteve-se no meu ânus, dizendo: “Aqui sempre devemos lavar muito bem lavadinho, viu?” E rimos juntos. Quando terminou de me banhar, sentou-se na banheira, passou o sabonete para a minha mão e disse-me: “Agora é a sua vez de me dar banho”. Uau, que sensação incrível aquela de tocar todo o corpo nu de papai! Primeiro lavei-lhe os cabelos, depois as costas e o peito. Mudando de posição, papai sentou-se à beira da banheira para que eu lhe lavasse as pernas e os pés. Quando terminei, ele me disse: “Esqueceu as partes principais!” Meio sem jeito, peguei no pênis de papai e comecei a ensaboá-lo. Ele foi me orientando, para que eu puxasse a pele da cabeça, lavasse direitinho onde a pele cobria para que não ficasse com mal cheiro. Seu pênis cresceu em minhas mãos, mas papai disse que aquilo era normal no homem e que um dia o meu também teria um tamanho daquele. Embora meu pinto fosse pequenino naquela época, lembro-me que ficou durinho. Depois papai ajoelhou-se na banheira, de costas para mim, deixando bem à mostra a bunda e o ânus que me fascinara. Como fiquei sem saber o que fazer, papai precisou falar: “Como é que é, filho?! O que está esperando para terminar o meu banho?” Ensaboei a bunda de papai, mas não toquei em seu ânus. Quando dei por terminado o banho, ele me disse: “Eu não falei para você, enquanto te dava banho, que devemos lavar o cu bem lavadinho? Então, garoto, faça o serviço diretinho”. Ensaboei novamente a bunda de papai e quando cheguei em seu ânus ele disse: “Isso, lava bem lavadinho o cu do papai. Esfrega bem para ficar bem limpinho”. Quando estava esfregando o dedo ensaboado no ânus de papai, de repente meu dedo deslizou para dentro. Na mesma hora tirei o dedo, assustado. Sem me olhar, papai falou: “E aí, filho? O que foi? Levou um choque?” E começou a rir. Voltei a lavar o ânus de papai e, seguindo sua orientação, esfreguei meu dedo várias vezes dentro de seu ânus. Terminamos o banho e nos enxugamos, ambos com os pênis duros.
De noite, após voltarmos para o apartamento de papai depois de termos jantado na casa de alguns amigos seus, papai tomou banho e em seguida fiz o mesmo. Quando estava indo para meu quarto, papai chamou-me e convidou-me a dormir com ele, caso eu quisesse. Aceitei na mesma hora e corri para sua cama, jogando a toalha de banho no chão. Deitei ao lado de papai, apoiando minha cabeça em seu peito, abraçando-o. Com uma das mãos, papai acariciava meus cabelos e com a outra, acariciava seu pênis, que foi ficando duro. Eu olhava para aquele pênis enorme e me sentia fascinado, assim como ficara com a bunda e o cu de papai. Várias vezes ele me perguntou se eu estava bem e se estava gostando de estar ali com ele. Eu respondi a todas que sim... e estava mesmo. Eu estava adorando estar nessa intimidade com papai. Fui descendo minha mão pelo peito de papai, pela sua barriga, acariciei-lhe os pêlos da virinha, toquei em suas bolas e finalmente, com medo de que papai pudesse se zangar, peguei em seu pênis duro. Papai estreitou-me mais contra sim e tirou sua mão de seu pau. Fechei meus olhos, procurando sentir aquela sensação tão gostosa em minha mão... a grossura do pênis de papai, a dureza, o calor, a pulsação, a baba que escorria entre meus dedos. A todo instante papai, acariciando-me os cabelos, dizia-me que se eu não gostasse poderia parar. Mas eu estava gostando demais de tocá-lo daquele jeito.
Permanecemos assim abraçados longamente. Então papai ajeitou-se na cama, apoiando a cabeça sobre dois travesseiros, abriu bem as pernas, erguendo-as e segurando-as com as mãos, de forma que sua bunda ficasse bem à mostra, assim como seu ânus. E disse-me: “Agora toca o cu do papai, como você quis fazer hoje de manhã”. Eu fiquei constrangido e papai me disse que se eu realmente quisesse, poderia tocá-lo, que ele não ficaria bravo. Com timidez, levei uma das mãos até sua bunda e com um dedo, toquei o cu de papai. Papai contraía e descontraía seu cu ao toque do meu dedo, o que fazia com que a ponta entrasse em seu cu. Mas como estava seco, papai pediu-me que passasse o dedo na ponta de seu pau e colhesse a baba que escorria abundante e com ela lubrificasse seu cu. Quando toquei seu cu com o dedo lubrificado, ele entrou imediatamente, como acontecera durante o banho, com meu dedo ensaboado. Que delícia ficar com meu dedo entrando e saindo do cu do papai. Enquanto eu fazia isso, ele segurava as pernas com os braços e com as duas mãos envolvendo seu pau movimentava-as para cima para baixo, enquanto a baba abundante ia escorrendo da cabeça de seu pau para os seus dedos.
“Quer experimentar uma coisa diferente, filho?” Na hora respondi-lhe que queria. Papai então apertou bem a cabeça de seu pau, fazendo com que ficasse muita baba acumulada em sua ponta, segura pela pele. Pediu-me que esfregasse meu pintinho duro naquela baba, lubrificando-a bem. Em seguida, mandou-me passar o resto da baba em seu cu. Então, ele relaxou seu cu e disse-me que encostasse meu pintinho lubrificado na entrada do seu cu, que ele forçava para fora. Quando eu encostei e dei uma forçada para dentro, papai contraiu seu cu e engoliu meu pintinho. Que sensação!!!!!! Papai apertava-me o pintinho com seu cu e eu sentia o calor que havia dentro de seu corpo. Quando jatos de um creme branco saíram do pau de papai, batendo em seu rosto e em seu peito, ele relaxou e eu tirei o meu pinto de dentro.
Nem é preciso dizer que eu queria fazer sempre essa brincadeira. E brincar com o cu de papai passou a ser uma constante em nossas vidas. Sempre que estávamos juntos, conversando no sofá da sala ou deitados juntos, eu brincava em seu cu: primeiramente com os dedos, muitas vezes com a língua, e normalmente terminando com meu pinto dentro. Quando papai falava comigo em brincar, era a isso que se referia. Por mais de uma vez, pedi a papai que fizesse o mesmo comigo, mas por mais que ele lubrificasse, eu só agüentava a cabeça de seu pau dentro de mim. Ele me disse que tudo tinha seu tempo e que um dia, quando eu fosse maior, conseguiria fazer o mesmo que ele. Perguntei-lhe se a dificuldade não seria porque o pau dele era grande e o meu, sendo pequeno, entrava mais fácil. Ele respondeu-me que isso acontecia com certeza, mas que ele já havia experimentado ser penetrado por um amigo dele e que entrara bem, desde que lubrificado. Assim, eu aguardava o dia em que, crescido, poderia sentir o pau de papai dentro de mim.
Em julho de 1956, não pude ir ao Rio de Janeiro. Eu ficara de cama praticamente o mês todo e lamentava ainda mais não ir naquelas férias, pois papai acabara de se aposentar após 30 anos de trabalho, ele que havia começado a trabalhar com apenas 13 anos.
Quando, em janeiro de 1957 cheguei no aeroporto Santos Dumont, papai recebeu-me surpreso, pois eu havia crescido. Eu, de minha parte, achei-o mais lindo do que nunca, apesar de seus 45 anos. Assim que chegamos a seu apartamento, vestimos nossos calções de banho e descemos para a praia. Que alegria reencontrar seus amigos e amigas e ouvir de todos como eu havia crescido em apenas um ano.
Já era noite quando voltamos para casa e fomos tomar banho. Entrei na banheira e papai seguiu-me. Estava feliz em ver-me em pleno desenvolvimento. Alguns pêlos apareciam debaixo de meus braços e na virilha, e meu pau havia crescido bastante, embora nem perto chegasse do que haveria de ser. Papai pegou uma régua e mediu: 13 cm. Durante todo o banho ambos ficamos com nossos paus totalmente duros, pulsando... o meu, pela primeira vez junto com papai, babava como o dele. Saímos do banho, enxugamo-nos rapidamente e fomos para a cama. Na cama, aconteceu algo que nunca havia acontecido antes: estávamos ajoelhados na cama, um de frente para outro, excitados e felizes por estarmos juntos, quando papai segurou-me nos ombros puxou-me para si; nossos rostos se aproximaram, nossos olhos se encontraram e, enfim, nossos lábios se tocaram. Um beijo... meu primeiro beijo. Senti a língua quente e úmida de papai invadir a minha boca. Primeiramente, meu cérebro racionalizava a sensação; em seguida, parei de pensar e entreguei-me àquele beijo quente e apaixonado. Creio que foi nesse momento que me descobri apaixonado pelo meu pai. Rolamos na cama, nos beijando, nossas rolas se roçando, nossas mãos sentindo o corpo do outro. Papai, mordiscando-me as orelhas e lambendo e beijando meu pescoço falou-me baixinho: “Ah, meu filho, como eu te amo!!!” E eu respondi-lhe, arfando: “Eu também te amo, papai... te amo muito!!” Papai foi lambendo meu corpo, meus mamilos, minha barriga, entre as minhas coxas e finalmente, abocanhou meu pau e me chupou com vontade. Papai me proporcionava sensações que nunca antes eu sentira. Ele foi-me orientando, até que me vi com seu pau à minha frente. Nem precisou orientar-me em mais nada. Assim como ele me chupava, eu passei a mamá-lo também. Que delicia sentir na boca aquela rola quente e dura que já há anos eu sentia em minhas mãos. Por várias vezes, quando eu anunciava que ia gozar ele parava de me mamar e pedia-me que segurasse. O mesmo ele fazia quando sentia o gozo vindo.
Não sei precisar o tempo em que permanecemos naquele delicioso 69, mas sei que foram horas. Já de madrugada, papai ergueu as pernas, deixando seu cu à mostra e pediu-me que metesse minha rola em seu cu. Dessa vez não meti mais um pintinho, mas meu pau em desenvolvimento. Passamos toda a baba de nossos paus em seu cu e fui metendo. Que delicia sentir minha rola entrando os poucos no cu de papai. Após conseguir meter tudo, comecei a movimentar-me, fazendo com que meu pau entrasse e saísse do cu de papai. Ele gemia e contorcia-se na cama. Não agüentei muito tempo aquela sensação deliciosa de comer o cu de papai. Tentei segurar o gozo, mas não foi possível. Meti toda minha pica no cu de papai e esporrei abundantemente, como nenhuma masturbação havia-me feito gozar antes. Pelas pulsações sentir que gozei mais de 8 esporradas fortes dentro dele. Saí de dentro de papai e quedei-me de bruços a seu lado. Papai colocou um travesseiro sob mim, de forma a erguer-me a bunda, e enfiou ali a cara de forma que sua boca tocou-me o cu e a língua invadiu-o, fazendo-me gemer e rebolar em sua cara. Após linguar-me o cu, posicionou o pau na entrada do meu cu e ficou ali se masturbando, fazendo com a baba de seu pau meu lubrificasse muito o cu. Fui sentindo a cabeça entrar, depois um pouco do pau. Quando a rola de papai chegou ao meu esfíncter, senti muita dor. Papai parou e, sem tirar a rola de mim, pediu-me para relaxar. Não foi fácil, mas após um tempo fui relaxando até que o pau de papai entrou todo em meu cu. O que eu desejava há tanto tempo agora se realizara. Papai começou a bombar sua rola dentro do meu cu, primeiro suavemente, até eu me acostumar. À medida que sua rola babava dentro de mim, senti que deslizava mais facilmente e ele aumentava o ritmo. Passou então a me comer com cada vez mais intensamente até que urrando e me abraçando fortemente encheu meu cu de seu leite de macho. Sem tirar o pau de dentro de mim, deitou-se sobre meu corpo e ali ficou até recuperar a respiração. Só então saiu de cima de mim e deitou-se ao meu lado.
Adormecemos estenuados, mas felizes. Apaixonados. Na manhã seguinte, quase meio-dia, acordamos e fomos tomar banho. Ali nos mamamos até um gozar na boca do outro. Adorei a sensação de seu leite jorrar na minha cara e boca. Pela primeira vez bebi porra de um homem. Quando gozei na boca de papai, ele sorveu todo meu leite farto, continuando a me mamar até não ficar uma gota sequer de leite em meu pau.
Aquelas férias de 1957 foram as melhores que tivemos, pois pudemos nos entregar inteiramente um ao outro. Os amigos sentiram que meu pai participava menos dos encontros e um deles, quando descobriu a razão, fez de tudo para que meu pai me liberasse para ele. Mas naquele momento, papai e eu só queríamos é nos amar sozinhos. Só em janeiro de 1959, após muita insistência dos amigos, papai reuniu 5 amigos seus em seu apartamento e participamos pela primeira vez juntos de uma orgia.
Mas não foi apenas experiência com homens que tivemos. A primeira transa com mulher que tive foi sob sua orientação. Ainda guardo viva na memória aquela linda mulher de pernas abertas à minha frente, eu em pé metendo meu pau naquela buceta quente e úmida, e papai nos olhando por cima de meu ombro, orientando e incentivando a foda, enquanto eu, com a mão direita, segurava sua rola dura e lhe masturbava. Minha primeira namorada foi-me apresentada por papai. Era uma garota um ano mais nova que eu, filha de uma amiga dele. Papai há algum tempo transava com ambas conjuntamente e muitas vezes fizemos isso a quatro. Por algo que uma vez a mãe dela comentou, mas eu nunca confirmei nem com ele nem com ela, eu desconfiava que essa minha namorada fosse filha dele. Certa vez em que o vi sentado e ela o cavalgando com a xana voltada para mim, não resisti e caí de língua naquela buceta jovem, mas que agüentava todo o volume de papai. Disputei espaço na xana da minha namorada com o pau grande e grosso de papai. As vezes em que seu pau escapava, eu o mamava antes de voltar a colocá-lo dentro dela. Por toda a minha vida, sempre gostei demais de fazer isso em uma transa bissexual.
Por mais que transássemos com mulheres ou com outros homens, nosso amor nunca foi abalado. Até sua morte em 1973, em um acidente de avião na França, papai foi o homem da minha vida, o único que amei verdadeiramente. Sou casado, tive filhos, mas nada ou ninguém nunca substituiu o nosso amor.
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