sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

SURPRESA NA SAUNA


Desde que comecei a acessar páginas de sexo da Internet, quando tinha 15 anos, meu tesão por sexo grupal foi crescendo. Adoro abrir páginas em que diversos homens com aparências viris se dão uns aos outros: bocas chupando rolas imensas, várias cus sendo fodidos ao mesmo tempo, machos se beijando, enfiando dedos nos outros...
Através de salas de bate papo, descobri que existem saunas gays, onde homens se encontram e transam à vontade, tanto nas próprias saunas, quanto em cabines e salas escuras. Por ser menor de idade e ter aparência de alguém muito mais jovem do que sou (hoje, com 18 anos, todos pensam que tenho 15 ou 16), precisei esperar a maioridade para comprovar ao vivo se isso era verdade ou não. Enquanto aguardava, batia punhetas homéricas vendo fotos e filmes de orgias gays.
Na semana passada completei 18 anos, com uma festa muito legal no sítio de meu tio, perto de São Roque. Dois dias depois, consegui o endereço de uma sauna gay, na rua Frei Caneca, em Sampa, me armei de coragem (sou um pouco tímido) e fui. A primeira coisa que o rapaz da recepção perguntou é se eu era maior de idade. Por vias da dúvida, pediu-me minha carteira de identidade. Sorriu e deu-me parabéns pelo meu aniversário. Anotou meu nome, perguntou o número do meu chinelo e deu-me uma toalha branca. Chamou um rapaz e pediu-lhe que me mostrasse a casa. O rapaz levou-me a um corredor com muitos armários e pediu-me que escolhesse um deles, tirasse a minha roupa, guardasse lá dentro e passasse o cadeado. Enrolado na toalha e, sem querer, com meu pau duro armando “o circo”, fui com o rapaz conhecer tudo. Primeiro o bar e as saunas, depois algumas salas com sofás – tudo no andar inferior –, depois o andar de cima: salas com vídeos eróticos gays, salas escuras para pegação e cabines individuais para transa. O rapaz foi embora e me deixou lá em cima.
Chamou-me a atenção as salas de vídeos. Alguns caras estavam sentados, mexendo nos paus. Quando cheguei, cobriram os paus com a toalha. Sentei-me e fiquei assistindo o vídeo, mas de rabo de olho nos caras. Aos poucos, foram colocando as rolas para fora e se masturbando descaradamente na frente um dos outros. Adorei! E comecei a fazer o mesmo. Reparei que eles adoraram olhar para mim e para o meu pau duro. Um cara muito bonito e com uma rola deliciosa levantou-se, olhou bem pra mim e fez um sinal com a cabeça para segui-lo para a sala escura. Olhei para os lados e os outros continuavam me olhando e se masturbando. Levantei-me e fui na direção da sala escura, onde o bonitão tinha entrado. Dois outros caras também se levantaram e vieram atrás de mim. Não estava enxergando nada lá dentro. Fui entrando, passei por um banheiro com uma luz bem fraca e, ao lado, o cara bonito me esperando. Fui na direção dele e ele entrou em outra sala escura. Do corredor nada se via lá dentro, mas de dentro via-se alguma coisa bem tênue no corredor. Quando entrei na sala, o bonitão me puxou na direção dele e meteu a língua na minha boca... Nunca fui beijado na vida com tanta intensidade... O cara passava a língua pelo meu pescoço e orelhas, passava a mão pela minha bunda e pelo meu pau... Nisso os outros dois homens entraram e começaram também a me beijar e a se esfregar em mim... Que tesão... Sentia suas picas duras roçarem em mim... todos queriam me beijar e me chupar... senti seus dedos entrando em meu cu... me chamavam de “tesão”, “putinho do tio”, “garoto gostoso”, “menininho safado” e outras coisas mais. Um deles me disse ao ouvido: “Chupa minha rola, garoto”. Abaixei e comecei a chupar. Logo os 3 estavam me dando a pica para chupar... Que delícia! Três caralhos deliciosos à minha disposição e para o meu prazer... Notei que mais um cara entrou na sala... Demorou um pouco a chegar, mas quando percebeu o que estava acontecendo, juntou-se a nós e meteu a rola na minha boca... Era a maior de todas... Deliciosa... Grande e dura... Com muito tesão eu ia revezando aquelas picas maravilhosas na minha boca... Aos poucos, eles foram gozando na minha boca e na minha cara. Por fim, ficou só o cara da rola grande que havia chegado por último. Me levantou, me beijou o corpo todo, chupou meu pau e me fez chupar a rola dele de novo, tudo sem dizer uma só palavra... Aquela situação estava me deixando alucinado. O homem fodia minha boca com vontade. Senti seu pau endurecer ainda mais e, em seguida, gemendo alto, gozou abundantemente na minha boca... Que delícia de leite quente! Em uma noite – e era ainda cedo –, já havia experimentado a porra de 4 caras. Nada mal para a minha primeira vez na sauna... à qual eu nem sequer ainda tinha entrado. 
Assim que se recuperou da gozada, o cara roludo se abaixou e começou a me chupar com tanta vontade, que acabei gozando na boca dele. Levantou-se, me abraçou e me deu um beijo na boca. Em seguida, sussurrou no meu ouvido. “Vamos tomar banho”. Me deu a mão e foi me puxando para fora da sala escura. Quando chegamos na sala de vídeo, quase desmaiei de susto: aquele cara roludo era o meu pai. Ele também quase teve um enfarte. Eu não disse nada. Ele tapou o rosto com as duas mãos, deu um suspiro alto e só conseguiu dizer: “O que você está fazendo aqui?!” Não tive palavra pra responder. “Vamos!”, disse ele, e começou a descer a escada, comigo atrás... Que situação constrangedora! Fomos caminhando em direção às saunas. Mais calmo, meu pai virou-se para mim e disse: “Vem, filho, vamos tomar um banho”. Em silêncio, com vários outros homens de paus duros também tomando banho, nos lavamos. Em seguida, meu pai pediu 2 sucos e nos sentamos em uma mesa em frente ao bar.
No começo, só silêncio. Por fim, ele quebrou o silêncio e me perguntou se eu ia sempre ali. Disse que era a primeira vez. Ele me disse que costumava freqüentar de vez em quando, que era ótimo pra relaxar. Fomos nos acalmando e a conversa foi surgindo natural, ele querendo saber quando eu descobri que gostava de homens e eu querendo saber sobre ele, afinal era meu pai, casado com a minha mãe. Para minha surpresa, ele disse que a minha mãe sabia que ele era chegado num homem, porque o tinha conhecido como namorado do irmão dela. Ela, apaixonada, aceitou casar com ele, mas ele e o irmão dela continuariam a ter um caso. Ao menos as aparências estariam mantidas. Perguntei se eles continuavam a transar e meu pai disse que sim, toda semana, quando ele chegava tarde em casa. Toda sexta-feira era o dia dele e do meu tio. Lembrei-me que aquele dia era sexta-feira. E meu pai disse que havia marcado com meu tio o encontro ali, mas havia chegado mais cedo e por isso tinha subido sozinho até a sala escura. Ficamos conversando sobre nossas experiências – as dele, reais, e as minhas, virtuais, pelo computador. Nisso, meu tio chega e, ao me ver, espanta-se: “O que você tá fazendo aqui, garoto?” e olhava pro meu pai, incrédulo. Sentou-se e ouviu toda a história. Acabou rindo muito com a situação e seu pau endureceu na nossa frente quando soube que eu havia chupado meu pai e bebido a porra dele e ele havia feito a mesma coisa... Ainda rindo, disse: “Mas isso é pecado! É incesto! Pai com filho... nunca vi!” Acabamos rindo também.
“Bem”, disse meu tio alisando o pau sob a toalha e deixando-nos ver um pedaço da cabeça da sua rola, já melada, “se você teve coragem de chupar seu próprio pai, bem que podia dar um trato na minha rola, né, garoto?!” E dizendo isso, balançou o pau na minha direção. Meu pai, fingindo estar bravo, disse-lhe: “Deixa de ser sacana! É meu filho!” Meu tio fez cara de descaso: “É seu filho, mas vocês se chuparam, né? E eu que sou sacana!”. “Mas foi sem querer!”, eu tentei me desculpar. “Então me chupa sem querer também!”, respondeu-me ele rindo.
Meu tio parou de rir e disse que devíamos falar a sério. Disse que a situação era estranha e meio constrangedora, mas que agora a coisa estava feita. Mas não demorou muito a sua seriedade. Começou, então, a me elogiar o corpo, pedindo sempre que meu pai confirmasse o que ele dizia. Seu pau continuava duro e percebi que, enquanto ele elogiava meu corpo, o pau do meu pai também começou a endurecer. Sentados um ao lado do outro, meu tio voltou-se para o meu pai e deu-lhe um leve beijo na boca. Meu pai olhou pra mim e afastou o rosto. Senti que estava constrangido em beijar na minha frente. Por isso, disse-lhe que ficasse à vontade, afinal aquele era o dia deles. Meu tio acenou a cabeça afirmativamente, pegou o rosto do meu pai entre as mãos e o beijou com muito desejo. Vi suas línguas se cruzando dentro de suas bocas... Meu pau endureceu na hora. Continuando a beijar meu pai, segurou em uma das mãos a rola do amante e, com o pé, passou a massagear o meu pau. Me assustei ao primeiro toque, mas, em seguida, gostei da situação e deixei. Meu tio parou de beijar meu pai e de me tocar com os pés, se ajeitou na cadeira e disse: “Não me sai da cabeça vocês dois transando. Pai e filho...”. Virou-se para mim: “Me diz: o que achou da rola do seu pai? Gostou?” Fiquei vermelho e super sem graça. Mas meu tio tem um capacidade de tirar as coisas de nós, de nos fazer dizer aquilo que está guardado bem lá dentro da gente. “Eu achei a mais gostosa de todas as rolas que eu estava chupando”. Meu tio rebolou na cadeira de satisfação, ao mesmo tempo que fazia um som com a boca: “Uuuuuuuu! Aí, garoto chupador! Sabe o que é bom. E do leite quente do pai, gostou?!” De tanto insistir, respondi: “Uma delícia!” E mais brincadeiras pro meu lado. Aí ele virou-se pro meu pai: “E você, seu sacana, gostou de ser chupado pelo seu filho?” Meu pai já não teve vergonha alguma de falar: “Foi a boquinha mais gostosa que chupou meu caralho até hoje! Boquinha de veludo!”. Nitidamente nossos 3 paus estavam estourando por baixo da toalha com aquela conversa. “Que tal se nós 3 fôssemos lá para cima, numa cabine?!”, propôs meu tio. “Os três?!!!”, perguntou meu pai, meio admirado. Eu nada disse. “Vamos?”, perguntou-me o tio. Dei de ombros, como se aceitasse sem muita convicção, mas, no fundo, louco de desejo de estar com aqueles dois machos. Meu pai olhou para mim e perguntou: “Tem certeza?”. Acenei afirmativamente. Subimos os três juntos.
Logo que entramos na cabine reservada. Tiramos nossas toalhas e as estendemos sobre a cama. Meu tio me puxou para ele e meu pai, por trás, nos abraçou, fazendo-me sentir seu pau em minha bunda. O beijo foi ficando cada vez mais alucinante. Logo estávamos os 3 nos beijando ardentemente, nossas línguas se tocando como se nossas vidas dependessem disso. Enquanto me beijava, a mão mácula de meu pai explorava meu corpo e, principalmente, meu cu virgem. Meu tio ordenou-me: “Me chupa igual você chupou seu pai”. Curvei-me, com meu pai me segurando pela cintura e esfregando sua rola dura em mim, e comecei a chupar o cacete do tio... Duraço de tanto tesão e muito melado... Meu pai abaixou e passou a lamber meu cu. Nossa, que sensação maravilhosa. Me arrepiou todo. Sentir aquela língua quente invadindo meu cu foi demais! Senti que ele passava algo no meu cu, enfiando o dedo com facilidade. Quando ele começou a recolher a baba do meu pau e a passar no meu cu, percebi que era a baba do pau dele que tinha passado antes. Lubrificante natural! Continuei a chupar meu tio e meu pai foi encaixando o pau na abertura do meu cu e metendo aos poucos, devagar, enfiando e tirando, enfiando um pouco mais fundo e tirando, metendo mais e mais até que entrou tudo. Ritmadamente, foi me fodendo. Era tudo o que eu queria e que tantas vezes havia visto na Internet: eu estava com uma vara no cu e outra na boca... 
Quanta sacanagem eles me disseram naquela cabine. Pornografia pura que me deixava mais entesado ainda e que dirigiam as minhas ações. Depois de um tempo, eles trocaram de posição. Agora era a rola do meu pai que invadia minha boca... Dessa vez, na claridade, pude admirar a beleza daquele músculo maravilhoso, grande e duro bem à minha frente. Olhei para meu pai, procurando ver sua expressão de prazer.
Meu tio ajeitou-se na beira da cama e me fez sentar em sua rola. Meu pai aproximou-se, levantou suas pernas e começou a meter a vara no seu cu. Meu tio gemia de tesão: “Delícia!!!! Comer meu sobrinho e ser fodido pelo pai dele ao mesmo tempo!” Senti que meu tio era chegadão numa relação incestuosa.
Não resisti à tentação de poder bater uma punheta vendo meu pai e meu tio preferido transando. Pedi a meu pai que chupasse a rola do cunhado. Que sensação deliciosa de tesão ver o próprio pai com uma rola bem grande na boca, chupando com paixão. Meu pau, na minha mão, parecia que ia estourar.
Ambos foram se ajeitando, sem precisarem trocar palavras... entendiam-se muito bem pelos anos de experiência entre eles... e fizeram um maravilhoso 69 à minha frente. De vez em quando olhavam-me e eu sentia que estavam tendo muito prazer em transarem sendo observado por mim, que não parava de me masturbar.
Quando vi meu tio gozar na boca e na cara do meu pai e esse, em seguida, esporrar no peito do meu tio que lhe enfiava a língua no cu, não resisti e esporrei... Tão forte que a minha porra atingiu os dois. Nunca havia gozado tanto e com tanto prazer como naquela hora, apesar de já haver gozado antes.
Meu tio e meu pai, extenuados, quedaram-se na cama, juntos. Que cena linda e cheia de ternura presenciei. Meu pai deitado sobre a barriga do meu tio, que permanecia encostado à parede, seus paus enormes amolecidos.
Naquele instante, vendo cena de tanto amor e carinho, senti um peso na consciência por intrometer-me em seu amor. Decidi, naquele instante, deixar que os 2 continuassem seu relacionamento e que eu procuraria viver a minha vida, sem, no entanto, jamais esquecer essa experiência maravilhosa. Assim estava pensando, quando os dois me chamaram, me colocaram entre eles e me cobriram de beijos e carícias. Titio disse: “A partir de hoje você será o “nosso” filho e vai estar sempre conosco... Fechei meus olhos, felicíssimo, só curtindo seus corpos roçando contra o meu.

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